terça-feira, 17 de setembro de 2013
Ela começou beijando meu pescoço e eu queria que a vaca me poupasse das preliminares, mas eu amo o que ela faz, por isso puxo o cabelo dela com tanta força, pra ela saber que eu estou gostando. Eu chamo-a de minha cadela e ela adora. "Vadia, nosso romance é louco!" E ela dá tapas na minha cara e me joga na cama, voltamos à fazer o que mais gostamos... Não importa o dia, eu sempre vou até a casa dela ou ela vem à minha, e passamos horas juntos. Ela é uma mulher forte, outra não aguentaria tanta pressão. Eu sou um cara, que, sinceramente, não dou valor a qualquer vagabunda, mas essa me conquista fácil. Nas noites chuvosas é quando mais nos divertimos, mas isso não faz com que as noites de calor intenso não peguem mais fogo. Ela é linda, e sua bunda é mais ainda. Às vezes me diz coisas estranhas, fala que deseja ter filhos comigo e eu à mando calar a boca, mas quando chega em casa eu imagino como seria. Ela me agride como se estivesse quebrando ovos, então eu à seguro e a jogo no chão; ela chora, fazemos amor em seguida e isso se repete toda vez que brigamos. Eu à desejo mais do que qualquer coisa. Temos quase um ano de sei lá o que... essa safada diz para as amigas que é um namoro, é, é quase isso. Eu a traiu com qualquer uma, ela é infiel também. Mas nosso lance é sério, toda noite eu marco de transar com ela. Mas certo dia, a cachorra se mandou. Disse que estava cansada dessa merda toda, chorou. Eu peguei-a pelo braço e iria beija-lá, quando ela empurrou-me e cuspiu no meu rosto. Enlouqueci e peguei minha walther palm pistol - que sempre estava em minha cintura -, apontei pra cabeça dela e disse: "Gata, para com essa merda, tua vida é essa aqui, você é minha." "Abaixa essa p-rra, desgraçado! Não ando na sua gang, não vem querer me amedrontar com seu brinquedinho." A desgraçada me enchia de tesão toda vez que saia alguma bosta de sua boca. Abaixei a arma, e falei que não existia motivo pra sua saída, mas ela me falou alguns palavrões e disse pra mim que era melhor que eu não a procura-se. Me falou que queria valor e eu dei risada, assim que fiz isso, mais lágrimas cairam do seu rosto e saiu correndo pra fora. Vadia louca, não sou obrigado a segurar esses ataques. Mas quando pensei que ela realmente poderia ter ido embora, apontei a arma em direção a minha cabeça. Liguei pra ela e a vagabunda não me atendia, fui até sua residencia e sempre parecia que não havia ninguém. Eu tinha quase certeza de que ela estava escondida lá dentro. Quase certeza. Fiquei um impressionado quando ela não veio na minha casa no dia seguinte. Tinha feito um mês que a cachorra tinha se mandado. Sai com os crioulos do meu bairro e me sujei com aquelas merdas mais do que nunca, até os manos, mandavam eu amenizar. Mandava-os se calarem, porque eu sabia cuidar da minha vida. Em um mês sem ela já tava devendo pra cara-ho pra muito dono de boca, e eles vieram atrás de mim. Eu ia ser preso se voltasse a roubar, estava na minha condicional. Os desgraçados me encurralaram num beco nojento, e me deram 5 tiros, sendo que só 2 me acertaram, fingi de morto por um tempo, até que fosse embora e depois desmaiei. Acordei com tontura num lugar que de cara já vi ser um hospital, olhei pro lado e lá eu à vi. Desmaiei de novo. Todos os dias eu à via no hospital numa cadeira dura do meu lado, conversava com ela todas as noites que eu ficava consciente, planejávamos como seria longe daqui (já que teria gente pensando em acabar o serviço). Depois que a louca salvou minha, sabe Deus como me encontrou, passei a respeitá-la. "Gata, obrigado." Eu realmente era agradecido à ela. "Vamos sair fora e aí eu penso nessa merda todo que você sempre me falava". Ela acreditava em cada merda que saia da minha boca, mesmo eu já tendo fod-do com ela tantas vezes. Não é a primeira vez que a cachorra me salva... A gente estava escondido em um barraco pequeno, até ter dinheiro pra sair do país, mas algum verme contou aonde nós estávamos abrigados. Então, certo dia, quando eu estava fora, minha dona percebeu uma movimentação e ela já sabia o que haveria de acontecer, não teria jeito. Ela sabia o que caminho que eu fazia, e um pouco perto de casa, em um caminho mais longo que eu sempre passava para não ser visto havia uma carta com meu nome colada numa parede. Vadia burra, molhou o papel com tanta lágrima que foi impossível ler, mas eu pude sentir cada linha escrita. Ela não era disso, eu tive um pressentimento mal e fui o mais rápido possível de encontro à ela. A porta já estava aberta, vi que tinha dado merda. Vi ela jogada no chão com tiro por todo corpo. Quando não me acharam bateram nela com muita força até que falasse aonde eu esta, quando finalmente ela falou, mas falou que eu estava morto, os desgraçados não acreditaram mas brincaram com a vida dela, falaram que se eu estou morto, ela também deve ficar. E quanto mais ela gritava de dor, mais tiros ela levava, e eu chorava como mulherzinha enquanto um noia me contava por 10 reais. Ela era uma mulher forte, outra não aguentaria a pressão. Entrei no barraco, peguei minha pistola e atirei na minha própria boca. Cai ao lado dela. Nosso sangue se misturava no chão... vagabunda burra, devia ter se salvado, morreu por mim. Eu não vou deixar esses safados me matarem, quando eu estava no hospital prometi morrer do teu lado.

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